Peptídeo está entre os temas em que os detalhes importam mais que as manchetes. Esta página reúne contexto, mecanismos e os pontos práticos mais consultados.
Última revisão em 2025-11-12. Quando uma afirmação depende de um estudo específico, o estudo é descrito em vez de superinterpretado.
Sitagliptina: aprovada pelo FDA em 2006, comercializado pela Merck & Co. como "Januvia". Vildagliptina: aprovada pela UE em 2007, comercializado na UE pela Novartis como "Galvus". Saxagliptina: aprovado pela FDA em 2009, comercializado como "Onglyza". Linagliptina: aprovado pela FDA em 2011, comercializado como "Tradjenta" por Eli Lilly and Company e Boehringer Ingelheim Gemigliptina: aprovado na Coréia em 2012, comercializado pela LG Life Sciences. Anagliptina: aprovada no Japão em 2012, comercializada pela Sanwa Kagaku Kenkyusho Co., Ltd. e Kowa Company, Ltd. Teneligliptina: aprovada no Japão em 2012. Alogliptina: aprovada pela FDA em 2013, comercializada pela Takeda Pharmaceutical Company. Trelagliptina: aprovada para uso no Japão em 2015. Dutogliptina: sendo desenvolvido pela Phenomix Corporation, na Fase III. Omarigliptina (MK-3102): aprovada no Japão em 2015, desenvolvida pela Merck & Co., pode ser usada semanalmente.
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A imunoterapia é um ramo da terapia que cuida do tratamento e imunoprofilaxia de doenças infecciosas, alérgicas, parasitarias e cancerígenas, usando como meio recursos imunológicos. Experiências com multiplicação de linfócitos ativados, retirados da biópsia e cultivados, tem tido sucesso em bom percentual de casos de câncer. Esta abordagem explora o fato de que as células cancerígenas frequentemente possuem moléculas em sua superfície que podem ser detectadas pelo sistema imunológico, conhecidas como antígenos tumorais. Uma grande quantidade de cânceres humanos tem antígenos incluindo linfoma de Burkitt, neuroblastoma, melanoma maligno, osteossarcoma, carcinoma de células renais, cancro de mama, câncer de próstata, cânceres pulmonares e câncer de cólon. Muitas vezes são proteínas ou outras macromoléculas (por exemplo, carboidratos). As imunoterapias podem ser categorizadas como ativas, passivas ou híbridas (ativa e passiva). A imunoterapia ativa direciona o sistema imunológico para atacar as células tumorais, visando os TAAs (Tumor Associated Antigens) ou mesmo antígenos específicos de tumores TSAs (Tumor Specific Antigens). As imunoterapias passivas melhoram as respostas antitumorais existentes e incluem o uso de anticorpos monoclonais, linfócitos e citocinas . Entre elas, várias terapias com anticorpos são aprovadas em várias jurisdições para tratar uma ampla gama de cânceres. Anticorpos são proteínas produzidas pelo sistema imunológico que se ligam a um antígeno alvo na superfície celular. O sistema imunológico normalmente os usa para combater patógenos .
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Cada anticorpo é específico para uma ou algumas proteínas. Aqueles que se ligam a antígenos tumorais tratam o câncer. Os receptores de superfície celular são alvos comuns para terapias de anticorpos e incluem CD20 , CD274 e CD279. Uma vez ligado a um antígeno de câncer, os anticorpos podem induzir citotoxicidade mediada por células dependente de anticorpos, ativar o sistema complemento ou impedir que um receptor interaja com o seu ligando , o que pode levar à morte celular. Anticorpos aprovados incluem alemtuzumab , ipilimumab , nivolumab , ofatumumabe e rituximab. Algumas drogas tem sido administradas com a finalidade da célula cancerosa ser percebida pelo sistema de defesa.
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== Visão geral da resposta imune == O sistema imune celular e humoral envolvem respectivamente os linfócitos e anticorpos dentre outros elementos. Os linfócitos T auxiliares, células T citotóxicas, células T reguladoras, células B, células natural killer e células apresentadoras de antígenos (APC, antigens presenting cell) são múltiplos componentes de respostas celular que comunicam-se entre si via interação célula-célula mediada por diversas moléculas de adesão e receptores existente na superfície celular e compostos bioquímico secretados (proteínas) denominados citocinas. Os antígenos são capazes de gerar uma resposta imunológica eficiente no combate as células tumorais (produtos de oncogenese ou supressores de tumores). No processo de transformação celular, as células passam a expressar, de maneira desregulada, proteínas envolvidas no ciclo celular, como por exemplo Ras, BCR-ABL e p53. Os linfócitos T CD+ são capazes de reconhecer estes antígenos nas superfícies das células tumorais e desenvolver uma resposta citotóxica contra estas células.
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Peptídeo é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Peptídeo)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Peptídeo)